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Empatia, Autoempatia e Heteroempatia

Você conhece a definição dos termos Empatia, Autoempatia e Heteroempatia? Eles compõem a Comunicação Não-Violenta! Venha ver nesse…

Por devlayer – Publicado em 3 de dezembro de 2021

“Empatia consiste em percebermos corretamente o ponto de referência interna do outro, com os significados e emoções que ele contém. Implica em compreendermos a dor e o prazer do outro da forma como ele sente e percebermos suas causas e necessidades como ele as percebe, sem nunca perder de vista que se trata da dor ou do prazer do outro, deixando de lado meus julgamentos pessoais.”

 (Sandra Caselato e Yuri Haaz)

O que Torna a Prática da Empatia Possível?

Isso só é possível quando eu entendo que eu sou eu e o outro é o outro. A forma como vejo as situações e o mundo são fruto da minha história de vida. Desde minha gestação, o local em que nasci, o tipo de família que tive, meu próprio corpo físico, minha saúde, educação, amigos, reforços positivos, cobranças, interações, enfim tudo o que eu vivi e experienciei até o presente momento. E assim é para o outro também. Portanto, o que me serviu ou serve, não necessariamente fará sentido para o outro e vice-versa.

A empatia envolve também expressar para o outro minha compreensão do que está ocorrendo com ele.

Autoempatia

É quando eu consigo olhar para todos os aspectos citados acima (e outros tantos) no que se refere a mim. E, a partir disso, entender como eu estou num determinado cenário/situação. A partir disso posso, por exemplo, traçar estratégias que eu consiga executar.

Heteroempatia

É quando consigo isso olhando para o outro, tentando perceber tudo a partir da bagagem de vida do outro. E aí, é possível que eu consiga estabelecer uma conexão genuína com ele. Quando isso acontece abro espaço para que o outro também se veja, se perceba e consiga, por exemplo, traçar estratégias que ele consiga executar.

A Empatia e a Comunicação Não-Violenta

A prática desses conceitos no dia a dia, juntamente com outros tantos que compõem a Comunicação Não-Violenta, facilitam o diálogo. Quando isso acontece, por exemplo, nos grupos de trabalho os confrontos e as disputas tendem a ser substituídos por conflitos, que são saudáveis e ampliam as possibilidades de cooperação e cocriação. Os indivíduos percebem que têm espaço para colocarem suas ideias e opiniões. E aí, há mais chance de que eles foquem no todo e queiram, de verdade, agregar valor para que o objetivo do grupo seja alcançado. Melhor dos mundos!

Como isso acontece no seu local de trabalho? Empatia é apenas mais um item na cultura da empresa ou é levada a sério e está presente nas interações, de ser humano para ser humano?

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